Câncer de mama aumenta entre mulheres mais jovens

15% das pacientes atendidas em hospital especializado de SP têm menos de 45 anos

O Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) levantou o perfil das mulheres que passaram pelo hospital para tratamento de câncer de mama. Entre as 2.573 pacientes atendidas nos quase três anos de funcionamento da instituição, 15% têm menos de 45 anos. A mais jovem tinha, na época em que recebeu o diagnóstico, apenas 19 anos.

O coordenador do Setor de Mastologia do Icesp, José Roberto Filassi, diz que esse levantamento será feito também para outros tipos de câncer. Mama foi o primeiro justamente porque a incidência está aumentando em mulheres em idade reprodutiva.

– Alguns defendem que há um aumento real, causado por mudanças de costumes. Outros dizem que os casos estão apenas sendo diagnosticados mais cedo. Os dois fatores pesam.

A grande preocupação é que a detecção da doença nas mulheres jovens é mais difícil. Primeiro porque elas não estão na idade em que exames são feitos rotineiramente e, mesmo quando a mamografia é realizada, a percepção do tumor é mais difícil.

Afonso Nazário, do Departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que a “mulher jovem tem muito tecido glandular e pouca gordura”.

– Isso dificulta a visualização dos sinais precoces do câncer.

Além disso, diz ele, o câncer de mama na mulher jovem costuma ser mais agressivo. Tem taxa de crescimento maior e mais risco de metástase. Mas, segundo Nazário, a incidência desse tipo de tumor cresce em todas as faixas etárias, não só em mulheres jovens.

 

Ipsis litteris do post original no site do R7

Câncer de mama aumenta entre mulheres mais jovens

Projeto propõe obrigatoriedade da cirurgia reparadora de mama no SUS

Os hospitais públicos vão ser obrigados fazer não só a retirada do tumor e da mama, mas imediatamente a cirurgia reparadora. Especialistas aprovam.

 

Hoje, menos de 10% das mulheres que tiveram câncer de mama conseguem fazer a cirurgia reparadora da mama, mas um projeto aprovado no Senado promete resolver esse problema. Os hospitais públicos vão ser obrigados fazer não só a retirada do tumor e da mama, mas imediatamente a cirurgia reparadora.

A realização dos dois procedimentos na mesma cirurgia é considerada ideal pelos médicos, porque traz uma série benefícios para as paciente. Agora, os hospitais públicos terão que melhorar a estrutura para atender as mulheres. Hoje, a espera na fila do SUS pode durar anos.

Um grupo, um mesmo drama. Todas tiveram câncer, a mama retirada, e estão há anos esperando pela cirurgia plástica. A dona de casa Maria do Carmo Diniz, desde 2008. “Minha vontade era de fazer a plástica e ficar bonita. Eu não sinto que sou eu, a autoeestima fica lá embaixo”.

Aparecida Alves está na fila há 2 anos.”Os seios são uma parte muito importante para a mulher: a nossa feminidade”, diz.

De 2008 até 2012, segundo dados do SUS, 68 mil mulheres tiveram a mama retirada por conta do câncer. Nesse mesmo período, menos de 10% conseguiram fazer a cirurgia reparadora. O Governo Federal não sabe dizer quantas mulheres no total aguardam na fila.

“Nós estamos fazendo um diagnóstico detalhado do Brasil com um novo sistema de informação em câncer implantado em todo o país até maio, com isso teremos detalhadamente onde precisamos ampliar serviços junto aos estados e municípios”, afirma o secretário de atenção à saúde do ministério, Helvécio Magalhães.

A lei aprovada pelo Congresso determina que o SUS faça a cirurgia reparadora imediatamente após a retirada da mama. Nos casos específicos, quando há contraindicação médica, o procedimento deve ser feito assim que o paciente estiver em condições.

“É melhor que seja feita imediatamente porque minimiza muito o impacto psicológico causado na mulher quando da retirada da mama”, destaca o médico oncologista João Nunes.

Mariângela é prova disso: “A auto estima da mulher é outra”, diz.

 

Ipsis litteris do post original no site  do G1

Projeto propõe obrigatoriedade da cirurgia reparadora de mama no SUS

Vencer também depende de querer, por Leandra Zanqueta

Tenho 35 anos e luto contra um cancêr de mama desde setembro de 2010.

Ordenei a minha mente que eu venceria e que todos os obstáculos que iria enfrentar dali pra frente seria com tranqüilidade.

Claro que nem tudo são flores, sofri muito quando recebi o diagnóstico, sofri quando eu perdi meus cabelos e quando fui fazer a primeira sessão de quimioterapia (porque eu não sabia o que poderia me acontecer, por exemplo, os efeitos colaterais).

Mas tenho muito Deus no coração e eu simplesmente decidi que eu poderia mudar meu destino, fazer daquele momento angustiante um momento feliz, pois assim as coisas iriam fluir melhor e o tempo de tratamento passaria mais rápido.

Moro sozinha e decidi por mim mesma que eu iria sozinha na quimioterapia (assim não tinha pra quem reclamar e eu não iria ficar criando sintomas na minha cabeça, sabe aquela coisa psicológica?). Ordenei a minha mente que eu não iria sentir nada e de fato até hoje nunca senti nenhum sintoma da quimioterapia.

Quando perdi meus cabelos comecei a fazer piada ao invés de me trancar em casa e ficar sofrendo… eu sempre dizia: Agora não passo mais calor, posso tirar e colocar o cabelo a hora que eu quiser (me referindo a peruca).

Meu tumor na primeira sessão de quimioterapia reduziu de 6 cm para 2 cm, na segunda sessão ficou com menos de 1 cm e na terceira sessão o tumor não existia mais.

Continuo as sessões de quimioterapia que vão até março de 2011. Continuei trabalhando por um bom tempo normalmente até o médico me dizer que agora era mais prudente se afastar. Mas sempre estou fazendo uma coisinha aqui e outra ali para distrair a mente.

Foi assim que percebi que o câncer mata quem se entrega a ele, mas quem o enfrenta ele não tem forças para seguir em frente.

Hoje quem me olha não diz que sofro dessa doença, sou uma pessoa com um corpo bonito, uma pele saudável, não sou pálida, pelo contrário sou bem coradinha, como de tudo e nunca passei mal. Tudo porque eu ordenei na minha mente que seria assim! Logo irei para a cirurgia e fazer as minhas sessões de radioterapia e em breve sei que terei o diagnóstico de cura, porque foi isso também que ordenei na minha mente. Eu serei curada!

Tive médicos e profissionais maravilhosos ao meu redor para me tratarem. Quando eu recebi o diagnóstico do câncer por uma profissional que não levava o menor jeito pra coisa – praticamente me condenou a morte – resolvi trocar de hospital e de profissional e iria fazer isso até encontrar o local que eu me sentiria bem para começar meu tratamento e foi assim que aconteceu.

Quando eu troquei de hospital e de profissionais me senti realizada, hoje tenho prazer (pode parecer exagero) de ir às consultas e nas sessões de quimioterapia, o que pra muita gente poderia ser “tortura” eu fiz desse momento um prazer. Fiz amigos e não via a hora de chegar a data para reencontrá-los, até me apaixonei!!!!!!

Por isso eu sempre digo a todas as pessoas que passam por isso ou que um dia possam vir passar: Você faz o seu destino, um copo de água pode virar uma tempestade, mas se você quiser, uma tempestade poderá ser um copo de água.
Ao invés de ficar se lamentando procure ver o que de melhor você pode tirar dessa situação.

E tudo passa… e a vida volta ao normal!

Só 10% dos casos de câncer de mama são hereditários

Fatores como consumo de álcool e menopausa tardia aumentam risco da doença

No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres. Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), foram 11.735 óbitos em 2008. Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver a doença, tais como ingestão regular de álcool, exposição a radiações ionizantes antes dos 35 anos, obesidade, primeira menstruação precoce, menopausa tardia, primeira gravidez após os 30 anos ou nuliparidade (não ter filhos), além de curto tempo de amamentação.

A história familiar também é um importante fator de risco, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) tiveram a doença antes dos 50 anos. Mas, apesar disso, o câncer de mama de caráter hereditário corresponde apenas a 10% dos casos.

Afonso Nazario, do Departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que todas as mulheres precisam fazer o rastreamento da doença após os 40 anos.

– Muitas mulheres sentem-se seguras porque não têm casos na família. Mas a maioria adquire a mutação ao longo da vida.

Quando o tumor é diagnosticado e tratado ainda no início – ou seja, quando o nódulo na mama é menor que 1 cm – as chances de cura se aproximam de 95%. Nódulos desse tamanho, contudo, são pequenos demais para serem detectados por meio da apalpação, mas são visíveis na mamografia. É por isso que muitos especialistas têm recomendado a realização do exame em mulheres mais jovens.

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Só 10% dos casos de câncer de mama são hereditários

27 de Novembro, dia nacional de combate ao câncer

27 de novembro – O Dia Nacional de Combate ao Câncer – foi criado em 1988 para ampliar o conhecimento da população sobre o tratamento e, principalmente, sobre a prevenção da doença.

A Portaria do Ministério da Saúde GM nº 707, de dezembro de 1988, que regulamenta as comemorações, estabelece que a data seja uma oportunidade para “evocar o importante significado histórico das entidades de combate ao câncer, de consagração aos inumeráveis e valiosos serviços prestados ao país e proporcionar importante mobilização popular quanto aos aspectos educativos e sociais na luta contra o câncer”.

A data foi criada com o intuito de conscientizar a população, principalmente quanto à prevenção da doença e o diagnóstico precoce, fazendo com que o paciente tenha uma qualidade de vida acima da expectativa dos que descobrem tardiamente.

A cada ano são apresentados novos métodos de tratamento e há mais casos de cura.
A sociedade médica quase não fala mais em sobrevida em casos de descoberta precoce. Os tratamentos são mais eficazes e cada vez menos agressivos.

Mas ainda há muito o que ser feito, principalmente junto à população mais carente do país.
Pouca informação, falta de equipamentos modernos, de exames precisos e o que julgo mais grave: o medo!
Pessoas deixam de procurar os médicos, deixam de fazer exames e até escondem dos familiares que têm qualquer coisa por medo de um diagnóstico mais grave. Quando sentem alguma dor que se repete por dias, fazem uso da auto-medicação, ao invés de procurar ajuda de um profissional da saúde e por isso, o diagnóstico chega tarde demais.

Ainda temos entre a população brasileira, pessoas que têm horror de pronunciar a palavra câncer, substituindo-a por ‘doença ruim’. Esse medo afasta o paciente do consultório e tira dele as chances de cura rápida e sem muito sofrimento ou maiores conseqüências.

A classe médica também precisa considerar alguns pontos fracos. Muitos médicos prescrevem medicamentos sem ter feito um diagnóstico preciso, um exame que investigue as causas de alguns sintomas e também não encaminham o paciente tão rápido ao oncologista, o que acaba postergando a descoberta do câncer.

Estamos avançando sim, e muito… mas não temos tantos motivos ainda pra comemorar.
Há muito o que ser feito e pra que a doença seja erradicada de vez, todos nós precisamos fazer a nossa parte!

Desde a primeira menstruação, a menina deve procurar um ginecologista e passar a ter um acompanhamento do profissional, realizando exames de rotina, uma vez por ano.
Por sua vez, o ginecologista deve ensinar a essa menina a conhecer seu corpo e realizar mensalmente o auto-exame das mamas, pra que ela perceba qualquer alteração rapidamente.

Pessoas que tiveram casos de familiares com câncer devem ser instruídas quanto à realização de exames para investigar possíveis focos da doença.

Homens à partir dos 40 anos devem procurar um proctologista e realizar os primeiros exames da próstata e mulheres, à partir dos 35 anos devem realizar a mamografia anualmente, sendo acompanhada também de uma ultrassonografia das mamas, para a precisão de um diganóstico completo e exato.

Os cuidados com a exposição ao sol sem um protetor eficiente também devem ser esclarecidos por profissionais da área médica sempre que um paciente chegue a um pronto socorro com queimaduras do sol ou em consultórios por problemas de pele.

Acho de extrema importância que se fale à respeito da não utilização da auto-medicação. Dessa forma começaremos a cuidar da saúde do povo brasileiro e mudar a cultura do “cházinho de ervas da vovó” que é sim, muito eficiente, mas é só um paliativo.

Considero o dia 27 de novembro muito mais importante que apenas uma data no calendário, mas um dia pra se levar esclarecimentos à população, informação e unir esforços para o início da erradicação definitiva da doença.

Flávia Fernandes

Estão abertas as inscrições para Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama em SP

Foram abertas hoje (08/07/2010) as inscrições para a etapa de São Paulo, da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama que será realizada no dia 15 de agosto.

Largada e chegada serão em frente à Assembléia Legislativa, próximo ao Parque do Ibirapuera.

O valor  é de R$ 40,00 e tanto é para a Corrida quanto para a Caminhada e serão revertidos em benefícios para o IBCC, principalmente na parte de pesquisas e melhorias no próprio hospital.

As inscrições devem ser feitas no site: www.yescom.com.br

Mamão papaya ajuda no combate ao câncer

Por Flávio Fachel – Nova York, do Jornal Hoje, em 10/03/10 – 13h59

Cientistas da Universidade da Flórida usaram chá da folha do papaya para curar células doentes e deu certo.

Não é de hoje que o mamão papaya é estudado pela ciência. Os povos antigos, que viviam onde hoje é o México, já usavam o fruto no tratamento de várias doenças. Hoje, já se sabe que, entre vários benefícios, o mamão tem alto poder cicatrizante.

Para se ter uma ideia o extrato da casca já é utilizado até no tratamento de cáries.

Mas o que os cientistas da Universidade da Flórida fizeram foi aplicar uma espécie de chá das folhas do mamoeiro em dez culturas de células, com dez tipos de câncer diferentes.

Tinha câncer de útero, mama, fígado, pulmão, pâncreas e vários outros. É coisa de laboratório mesmo. As células ficaram em pratinhos de vidro mergulhadas no chá. Depois de 24 horas, os cientistas observaram que a velocidade do crescimento do tumor diminuiu em todos os casos.

Entretanto, isso não quer dizer que quem tem câncer deverá sair tomando chá de folha de mamoeiro. Ainda é uma pesquisa feita em laboratório, e, como várias outras, tem um longo caminho pela frente até virar tratamento eficiente em clínica e hospitais.

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MUTIRÃO DE MAMOGRAFIA EM SP

MUTIRÃO DE MAMOGRAFIA (a principal função do exame de mamografia é detectar alterações em tecidos, músculos e glândulas das mamas, como o câncer mamário, que pode ser curado em até 90% das incidências, caso seja tratado na fase inicial).

A Clínica de Patologia Mamária, situada à Rua Peixoto Gomide, 671, 2ºAndar, também estará aderindo ao Mutirão Anual de Mamografias, realizado nos meses de Maio e Novembro, gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), para mulheres com idade a partir dos 40 anos.
Para agendar seu exame de Mamografia pelo Mutirão de Mamografia, basta agendar no tel.: 3287-4722

Os exames serão gratuitos para mulheres com idade de 40 anos ou mais.

O agendamento dos exames deverá ser feito por telefone.

Prevenção ao Câncer de Mama

Sinais e sintomas de câncer de mama:

1 – Aparecimento de um nódulo ou de um espessamento da mama, ou próximo a ela, na região da axila

2 – Alteração no tamanho ou na forma da mama

3 – Alteração no aspecto da mama, areóla ou mamilo

4 – Evidência de secreção através do mamilo, sensibilidade mamilar, coceira, ou retração do mamilo (prá dentro da mama)

5 – Enrugamento ou endurecimento da mama(a pele d mama adquire um aspecto de casca de laranja

6 – Mama mais esticada ou abaulada em algum ponto. Aparecimento de vermelhidão ou outra alteração na pele

7 – Diferentes sensações na mama como dor, calor, inchaço e rubor
Fonte: Oncoguia

Previna-se! Faça sempre o auto-exame das mamas. Se toque!

 

Prevenção 1

O que é o Câncer de Mama?

Câncer de mama PB ou cancro da mama PE é o câncer do tecido da mama. Mundialmente, é a forma mais comum de câncer em mulheres – afetando, em algum momento de suas vidas, aproximadamente uma em cada nove a uma em cada treze mulheres que atingem os noventa anos no mundo ocidental. É a segunda maior causa fatal de câncer em mulheres (depois do câncer de pulmão), e o número de casos vem crescendo significativamente desde 1970, um fenômeno parcialmente culpado pelo estilo de vida moderno do mundo ocidental. Uma vez que o peito é composto por tecidos idênticos em homens e mulheres, o câncer da mama também ocorre em homens, embora estes casos sejam menos de 1% do total de diagnósticos.

Tipos Carcinoma-Câncer lobular-começa nos bulbos(pequenos sacos)que produzem o leite; Câncer dos ductos-forma-se nos ductos que levam o leite dos lóbulos para o mamilo(papila). Sarcoma Forma-se nos Tecido conjuntivo. Assim como qualquer tipo de câncer, o câncer de mama pode se espalhar para outras partes do corpo, ocorrendo a chamada metástase. Por esta razão, é muito importante detectá-lo o quanto antes, principalmente nos estágios iniciais, aumentado assim, as chances de tratamento não agressivo e de cura. Em casos mais avançados, aconselha-se a quimioterapia como forma de combate ao tumor.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.