Vencer também depende de querer, por Leandra Zanqueta

Tenho 35 anos e luto contra um cancêr de mama desde setembro de 2010.

Ordenei a minha mente que eu venceria e que todos os obstáculos que iria enfrentar dali pra frente seria com tranqüilidade.

Claro que nem tudo são flores, sofri muito quando recebi o diagnóstico, sofri quando eu perdi meus cabelos e quando fui fazer a primeira sessão de quimioterapia (porque eu não sabia o que poderia me acontecer, por exemplo, os efeitos colaterais).

Mas tenho muito Deus no coração e eu simplesmente decidi que eu poderia mudar meu destino, fazer daquele momento angustiante um momento feliz, pois assim as coisas iriam fluir melhor e o tempo de tratamento passaria mais rápido.

Moro sozinha e decidi por mim mesma que eu iria sozinha na quimioterapia (assim não tinha pra quem reclamar e eu não iria ficar criando sintomas na minha cabeça, sabe aquela coisa psicológica?). Ordenei a minha mente que eu não iria sentir nada e de fato até hoje nunca senti nenhum sintoma da quimioterapia.

Quando perdi meus cabelos comecei a fazer piada ao invés de me trancar em casa e ficar sofrendo… eu sempre dizia: Agora não passo mais calor, posso tirar e colocar o cabelo a hora que eu quiser (me referindo a peruca).

Meu tumor na primeira sessão de quimioterapia reduziu de 6 cm para 2 cm, na segunda sessão ficou com menos de 1 cm e na terceira sessão o tumor não existia mais.

Continuo as sessões de quimioterapia que vão até março de 2011. Continuei trabalhando por um bom tempo normalmente até o médico me dizer que agora era mais prudente se afastar. Mas sempre estou fazendo uma coisinha aqui e outra ali para distrair a mente.

Foi assim que percebi que o câncer mata quem se entrega a ele, mas quem o enfrenta ele não tem forças para seguir em frente.

Hoje quem me olha não diz que sofro dessa doença, sou uma pessoa com um corpo bonito, uma pele saudável, não sou pálida, pelo contrário sou bem coradinha, como de tudo e nunca passei mal. Tudo porque eu ordenei na minha mente que seria assim! Logo irei para a cirurgia e fazer as minhas sessões de radioterapia e em breve sei que terei o diagnóstico de cura, porque foi isso também que ordenei na minha mente. Eu serei curada!

Tive médicos e profissionais maravilhosos ao meu redor para me tratarem. Quando eu recebi o diagnóstico do câncer por uma profissional que não levava o menor jeito pra coisa – praticamente me condenou a morte – resolvi trocar de hospital e de profissional e iria fazer isso até encontrar o local que eu me sentiria bem para começar meu tratamento e foi assim que aconteceu.

Quando eu troquei de hospital e de profissionais me senti realizada, hoje tenho prazer (pode parecer exagero) de ir às consultas e nas sessões de quimioterapia, o que pra muita gente poderia ser “tortura” eu fiz desse momento um prazer. Fiz amigos e não via a hora de chegar a data para reencontrá-los, até me apaixonei!!!!!!

Por isso eu sempre digo a todas as pessoas que passam por isso ou que um dia possam vir passar: Você faz o seu destino, um copo de água pode virar uma tempestade, mas se você quiser, uma tempestade poderá ser um copo de água.
Ao invés de ficar se lamentando procure ver o que de melhor você pode tirar dessa situação.

E tudo passa… e a vida volta ao normal!

4 de fevereiro, dia mundial da luta contra o câncer

Declaração Mundial Contra o Câncer



Você sabia que o câncer mata mais gente no mundo do que Aids, malária e tuberculose juntos?
E cânceres preveníveis e curáveis matam milhões de pessoas todo ano.

Mas existe algo que você pode fazer…

Com um simples ato você pode fazer a diferença!
Assinando a Declaração Mundial contra o Câncer você participa da comunidade global…
…comprometida em eliminar o câncer!

Como sua assinatura pode ajudar?
Força dos números!
Sua assinatura será apresentada aos governos…
no encontro de cúpula da ONU em setembro de 2011
Precisamos que os líderes no mundo se ergam…
e se mobilizem por um mundo livre do câncer!

Juntos somos mais fortes!

Assine agora por um mundo livre do câncer.

www.uicc.org/declaration

Cuba anuncia primeira vacina contra câncer de pulmão

Produto é capaz de inibir o crescimento do tumor

Cuba registrou a primeira vacina terapêutica contra o câncer de pulmão avançado no mundo. De acordo com jornal oficial Trabajadores, que fez o anúncio nesta segunda-feira (10), mais de mil pacientes já estão em tratamento com a vacina nomeada CimaVax EGF.

A responsável pelo projeto, Gisela González, do Centro de Imunologia Molecular (CIM) de Havana, explicou que a vacina oferece a possibilidade de transformar o câncer avançado em uma “doença crônica controlável”.

Gisela explica que a CimaVax EGF é o resultado de mais de 15 anos de pesquisa direcionada ao tumor e não provoca efeitos adversos severos.

– A vacina é baseada em uma proteína que todos temos e que está relacionada com os processos de proliferação celular. Quando há câncer, [essa proteína] está descontrolada.

Gisela explicou que, como o organismo tolera “aquilo que é seu” e reage contra “o estranho”, foi preciso elaborar uma vacina que produzisse anticorpos contra essa proteína, que já é própria do organismo.

A vacina é aplicada no momento em que o paciente conclui a terapia com radioterapia e quimioterapia. Ela ajuda a controlar o crescimento do tumor sem causar toxicidade, explica a pesquisadora.

Além disso, a vacina pode ser utilizada como um tratamento “crônico que aumenta as expectativas e a qualidade de vida do paciente”. A pesquisadora declarou que, após alcançar seu registro em Cuba, atualmente o CimaVax EGF “progride” em outros países. Os médicos agora esperam poder utilizar a vacina para tratar outros tumores, como os de próstata, útero e mamas.

Ipsis litteris do post original no site do R7! »

Cuba anuncia primeira vacina contra câncer de pulmão

Só 10% dos casos de câncer de mama são hereditários

Fatores como consumo de álcool e menopausa tardia aumentam risco da doença

No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres. Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), foram 11.735 óbitos em 2008. Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver a doença, tais como ingestão regular de álcool, exposição a radiações ionizantes antes dos 35 anos, obesidade, primeira menstruação precoce, menopausa tardia, primeira gravidez após os 30 anos ou nuliparidade (não ter filhos), além de curto tempo de amamentação.

A história familiar também é um importante fator de risco, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) tiveram a doença antes dos 50 anos. Mas, apesar disso, o câncer de mama de caráter hereditário corresponde apenas a 10% dos casos.

Afonso Nazario, do Departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que todas as mulheres precisam fazer o rastreamento da doença após os 40 anos.

– Muitas mulheres sentem-se seguras porque não têm casos na família. Mas a maioria adquire a mutação ao longo da vida.

Quando o tumor é diagnosticado e tratado ainda no início – ou seja, quando o nódulo na mama é menor que 1 cm – as chances de cura se aproximam de 95%. Nódulos desse tamanho, contudo, são pequenos demais para serem detectados por meio da apalpação, mas são visíveis na mamografia. É por isso que muitos especialistas têm recomendado a realização do exame em mulheres mais jovens.

Ipsis litteris do post original no site do R7! »

Só 10% dos casos de câncer de mama são hereditários

Governo lança plano para reduzir mortes por câncer de colo do útero

Investimento de R$ 115 mi é anunciado na véspera do Dia de Combate ao Câncer; Norte é foco

SÃO PAULO – O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nessa sexta-feira, 26 – para marcar o Dia Nacional de Combate ao Câncer, lembrado no sábado, 27 -, um plano de ação para redução da incidência e da mortalidade por câncer do colo do útero, com um investimento de R$ 115 milhões para prevenção e controle da doença.

O foco das ações será a Região Norte, onde são confirmados mais casos. O principal objetivo é colocar em prática iniciativas em várias áreas, que, somadas, serão capazes de melhorar o diagnóstico e o tratamento da lesão precursora, evitando o surgimento do câncer de colo do útero. Dessa forma, o avanço registrado em prevenção poderá se converter em redução da mortalidade.

O câncer do colo do útero é o segundo tumor mais freqüente na população feminina, atrás apenas do de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por tumor no Brasil. Por ano, é responsável por 4.800 óbitos e apresenta 18.430 novos casos.

A boa notícia é que o País tem avançado na capacidade de realizar o diagnóstico precoce: na década de 1990, 70% dos casos diagnosticados eram de doença invasiva, ou seja, o estágio mais agressivo do câncer. Uma nova pesquisa divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) revela que, atualmente, 44% das ocorrências são de lesão precursora do tumor, uma lesão localizada chamada “in situ”. As pacientes diagnosticadas precocemente, se tratadas de forma adequada, têm praticamente 100% de chance de cura.

Os dados sobre o câncer do colo do útero no Brasil fazem parte do quarto volume da publicação “Câncer no Brasil – Dados dos Registros de Câncer de Base Populacional”. O livro revela a incidência dos tumores mais comuns no País, entre 2000 e 2005, coletados em 17 cidades, sendo 16 capitais. A última edição da pesquisa foi em 2003, com dados de 1995 a 2000. Os números provenientes dos municípios que efetivamente monitoram novos casos da doença são uma espécie de bússola que norteia a estimativa da ocorrência do câncer no território nacional.

Diferenças regionais

O que motivou o Ministério da Saúde e o Inca a elaborar um plano de ação para prevenir e controlar o câncer do colo do útero, com foco nos Estados da Amazônia, é a disparidade regional em relação aos casos da doença. No Norte, o tumor do colo do útero é o mais frequente e também a primeira causa de morte por câncer da população feminina local.

De acordo com informações dos Registros de Câncer de Base Populacional, em Manaus e Palmas, no extremo norte do País, a taxa de novos casos da doença para cada cem mil mulheres é de 50,59 e 49,38, respectivamente. Já em Porto Alegre, extremo sul, é de 20,05 para cada cem mil mulheres, e em São Paulo, no Sudeste, de 16,47.

Apesar de a incidência de câncer do colo do útero ainda ser alta na Região Norte, a detecção precoce avançou bastante. Em Manaus, a pesquisa lançada em 2003 revelava que a taxa de incidência era de 63,71, e em Palmas, 52,16%. “O avanço na detecção precoce é resultado do programa nacional, mas, sem dúvida, precisamos ir além no Norte, por isso elaboramos o plano de ação, com foco nessa região”, afirma o coordenador de Ações Estratégicas do Inca, Cláudio Noronha.

“Enquanto os registros de base populacional nos dão a magnitude do problema do câncer do colo do útero, as propostas do plano apontam para iniciativas capazes de reduzir a incidência e mortalidade pela doença no Brasil”, acrescenta. Noronha explica ainda que o câncer chamado “in situ”, também conhecido como “lesão precursora”, é tão superficial que não chega a invadir a membrana do colo do útero (epitélio). Por isso, se for tratado adequadamente, é eliminado, impedindo a progressão da doença.

Detecção precoce e prevenção

O câncer do colo do útero é passível de prevenção, pois apresenta lesões precursoras que podem ser detectadas por meio de exame ginecológico ou Papanicolaou, e então tratadas. O exame consiste na coleta de material do colo do útero, que possibilita o diagnóstico.

No Brasil, o rastreamento populacional para prevenção ao câncer do colo do útero é recomendado, prioritariamente, para mulheres de 25 a 59 anos, por meio da realização do Papanicolaou. A periodicidade ideal para esse exame específico é a cada três anos, após dois exames ginecológicos normais e consecutivos, feitos no intervalo de um ano.

A Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD), do IBGE, destaca que o percentual de mulheres na faixa etária alvo submetidas pelo menos uma vez na vida ao Papanicolaou aumentou de 82,6% em 2003 para 87,1% em 2008.

O Ministério da Saúde destaca, no entanto, que a meta a ser atingida é que 80% das mulheres brasileiras dessa faixa etária façam um preventivo ou Papanicolaou a cada três anos.

A maior incidência do câncer do colo do útero, no entanto, se dá em mulheres entre 45 e 49 anos e, por ser um tipo que evolui lentamente, a detecção precoce e o tratamento de lesões precursoras têm potencial de cura e redução da mortalidade em até 80%.

Ipsis litteris do post original no site do Estadão! » Governo lança plano para reduzir mortes por câncer de colo de útero

Cirurgia de José Alencar foi bem-sucedida, diz hospital

por Karina Lignelli, do O Globo em 27/11/2010

SÃO PAULO – A cirurgia a qual o vice-presidente José Alencar se submeteu neste sábado, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, foi bem-sucedida, segundo boletim médico divulgado nesta tarde. Alencar teve uma obstrução no intestino e uma hemorragia decorrente desse quadro. De acordo com a equipe médica, foram retirados tumores do principal segmento do intestino delgado que estava comprometido. A cirurgia durou aproximadamente 5 horas e foi conduzida pelos médicos Raul Cutait e Ademar Lopes.

José de Alencar encontra-se na Unidade de Terapia Intensiva Cardiológica do hospital, para recuperação pós-cirúrgica. Um novo boletim médico com mais esclarecimentos deve ser divulgado neste domingo.

Este foi o 16º procedimento a qual ele se submete desde que descobriu um câncer na região abdominal, há 12 anos.

Alencar teve alta na semana passada de outro procedimento, mas teve de ser internado novamente para a realização da cirurgia.

Na última quinta-feira, Alencar fez vários telefonemas e chegou a despachar, por telefone, com seu gabinete, em Brasília. Em boletim médico oficial divulgado na quarta-feira, o hospital Sírio-Libanês informou que Alencar, de 79 anos, foi internado na terça-feira e “estava recebendo tratamento clínico” e seu quadro geral era “estável”.

Na quinta-feira da semana passada, Alencar teve alta depois de permanecer internado por 24 dias para tratar do mesmo quadro de obstrução intestinal. Assim que deixou o hospital sofreu um infarto agudo do miocárdio. Ele passou mal por volta das 18h. Os médicos detectaram o infarto e rapidamente fizeram um cateterismo. Depois do procedimento médico o vice-presidente se recuperou na Unidade de Terapia Intensiva Cardiológica.

As equipes médicas que acompanham o vice-presidente são coordenadas pelos médicos Raul Cutait, Paulo Hoff, Roberto Kalil Filho e Paulo Ayroza Galvão. Hoje, o Sírio-Libanês não divulgou nenhuma informação oficial sobre o estado de saúde de Alencar.

Ipsis litteris do post original no O Globo! » Cirurgia de José Alencar foi bem-sucedida, diz hospital


27 de Novembro, dia nacional de combate ao câncer

27 de novembro – O Dia Nacional de Combate ao Câncer – foi criado em 1988 para ampliar o conhecimento da população sobre o tratamento e, principalmente, sobre a prevenção da doença.

A Portaria do Ministério da Saúde GM nº 707, de dezembro de 1988, que regulamenta as comemorações, estabelece que a data seja uma oportunidade para “evocar o importante significado histórico das entidades de combate ao câncer, de consagração aos inumeráveis e valiosos serviços prestados ao país e proporcionar importante mobilização popular quanto aos aspectos educativos e sociais na luta contra o câncer”.

A data foi criada com o intuito de conscientizar a população, principalmente quanto à prevenção da doença e o diagnóstico precoce, fazendo com que o paciente tenha uma qualidade de vida acima da expectativa dos que descobrem tardiamente.

A cada ano são apresentados novos métodos de tratamento e há mais casos de cura.
A sociedade médica quase não fala mais em sobrevida em casos de descoberta precoce. Os tratamentos são mais eficazes e cada vez menos agressivos.

Mas ainda há muito o que ser feito, principalmente junto à população mais carente do país.
Pouca informação, falta de equipamentos modernos, de exames precisos e o que julgo mais grave: o medo!
Pessoas deixam de procurar os médicos, deixam de fazer exames e até escondem dos familiares que têm qualquer coisa por medo de um diagnóstico mais grave. Quando sentem alguma dor que se repete por dias, fazem uso da auto-medicação, ao invés de procurar ajuda de um profissional da saúde e por isso, o diagnóstico chega tarde demais.

Ainda temos entre a população brasileira, pessoas que têm horror de pronunciar a palavra câncer, substituindo-a por ‘doença ruim’. Esse medo afasta o paciente do consultório e tira dele as chances de cura rápida e sem muito sofrimento ou maiores conseqüências.

A classe médica também precisa considerar alguns pontos fracos. Muitos médicos prescrevem medicamentos sem ter feito um diagnóstico preciso, um exame que investigue as causas de alguns sintomas e também não encaminham o paciente tão rápido ao oncologista, o que acaba postergando a descoberta do câncer.

Estamos avançando sim, e muito… mas não temos tantos motivos ainda pra comemorar.
Há muito o que ser feito e pra que a doença seja erradicada de vez, todos nós precisamos fazer a nossa parte!

Desde a primeira menstruação, a menina deve procurar um ginecologista e passar a ter um acompanhamento do profissional, realizando exames de rotina, uma vez por ano.
Por sua vez, o ginecologista deve ensinar a essa menina a conhecer seu corpo e realizar mensalmente o auto-exame das mamas, pra que ela perceba qualquer alteração rapidamente.

Pessoas que tiveram casos de familiares com câncer devem ser instruídas quanto à realização de exames para investigar possíveis focos da doença.

Homens à partir dos 40 anos devem procurar um proctologista e realizar os primeiros exames da próstata e mulheres, à partir dos 35 anos devem realizar a mamografia anualmente, sendo acompanhada também de uma ultrassonografia das mamas, para a precisão de um diganóstico completo e exato.

Os cuidados com a exposição ao sol sem um protetor eficiente também devem ser esclarecidos por profissionais da área médica sempre que um paciente chegue a um pronto socorro com queimaduras do sol ou em consultórios por problemas de pele.

Acho de extrema importância que se fale à respeito da não utilização da auto-medicação. Dessa forma começaremos a cuidar da saúde do povo brasileiro e mudar a cultura do “cházinho de ervas da vovó” que é sim, muito eficiente, mas é só um paliativo.

Considero o dia 27 de novembro muito mais importante que apenas uma data no calendário, mas um dia pra se levar esclarecimentos à população, informação e unir esforços para o início da erradicação definitiva da doença.

Flávia Fernandes

Oncologistas recomendam aos pacientes com câncer evitar o sedentarismo

O tratamento de pacientes portadores de tumores malignos abrange uma gama muito grande de modalidades: cirurgia, radioterapia (tratamento com radiação para destruir o tumor), quimioterapia convencional (tratamento com medicamentos para controlar os tumores e matar as células malignas), imunoterapia (tratamento que induz uma reação do sistema de defesa do organismo contra as células tumorais) ou uma associação dessas terapias. Muitos pacientes obtêm resultados positivos. Entre 50% e 60% vivem mais de três ou cinco anos após o término dos tratamentos, sem evidência de doença maligna detectável.

Os médicos oncologistas, especialistas no tratamento dos tumores, se esforçam para oferecer o tratamento mais adequado para cada paciente. Mas o que os pacientes poderiam fazer para melhorar suas chances de cura e controle da doença? Para responder a esta pergunta, um grupo de pesquisadores e especialistas, liderados pela professora Kathryn Schmitz, da Universidade da Pensilvânia, se reuniu a fim de encontrar evidências científicas que sugerissem ações eficientes. Após alguns anos de estudos e discussões, os especialistas publicaram recentemente, na revista médicaMedicine and Science in Sports and Exercise, as suas indicações.

Em resumo, a recomendação é para que os pacientes com câncer evitem o sedentarismo, mesmo durante o tratamento da doença. Se o oncologista não se opuser, os pacientes devem manter suas atividades físicas. Os estudos avaliados nesta pesquisa mostram que a atividade esportiva oferece vantagens tão claras para os pacientes com câncer quanto para aqueles que se curaram e receberam de seus médicos a recomendação do exercício físico como absoluta.

Por outro lado, ficou claro nesta publicação que pouco se sabe sobre os mecanismos exatos responsáveis pelos benefícios do exercício físico. Os esportistas com câncer têm melhor qualidade de vida, respondem mais frequentemente aos tratamentos e apresentam menor incidência de recidiva tumoral ou de aparecimento de novos cânceres. Apesar disso, exercício regular deve ser mantido ou iniciado por portadores de tumores malignos.

Fonte: Revista Carta Capital, sessão Sociedade

Estão abertas as inscrições para Corrida e Caminhada contra o Câncer de Mama em SP

Foram abertas hoje (08/07/2010) as inscrições para a etapa de São Paulo, da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama que será realizada no dia 15 de agosto.

Largada e chegada serão em frente à Assembléia Legislativa, próximo ao Parque do Ibirapuera.

O valor  é de R$ 40,00 e tanto é para a Corrida quanto para a Caminhada e serão revertidos em benefícios para o IBCC, principalmente na parte de pesquisas e melhorias no próprio hospital.

As inscrições devem ser feitas no site: www.yescom.com.br

Vacina H1N1 contém células de câncer de animal que pode provocar câncer?

Mito

Não há esse tipo de células na vacina. Usou-se células animais em vacinas que estão saindo do mercado, como a antirrábica, mas sem nenhuma relação com câncer.